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29 de maio de 2013

Botinhas caseiras ;)

Ankle boots, coturnos, sneakers, ou seja lá outra modinha qualquer: tudo caro pra caramba! Então, há duas semanas, tive uma ideia: peguei dois pares de botas do inverno passado [que inclusive já estavam no quartinho do bazar] e levei ao sapateiro. Expliquei devagarinho: tira o laço, corta aqui, arremata, transfere a fivela, corta o zíper ... e pronto. Ele topou! Eis o resultado: com 40 pila tenho duas botinhas [semi] novas.

Antes: bota preta cano longo (sem graça).
Depois: botinha descolada. Até já me imagino de shortinho e meia-calça por aí.

 Antes: bota marrom com um laço nada agradável.
Depois: aproveitamento do interior tigresa para uma ankle de cocotinha.

Tudo bem, você pode até não ter gostado do resultado, mas quem sabe aproveita a dica em algum outro calçado. A reforma ficou por conta do Cido [sapateiro que atende em frente ao Mercado Sorriso, em Frederico Westphalen/RS]. 

24 de maio de 2013

Das pulgas

Eu poderia passar dias fuçando em antiquários, catando roupas antigas em brechós ou visitando sites retrôs. Então imaginem o quanto não pirei no Marché aux Puces de Saint-Ouen, em Paris. É um mercado de pulgas que começou ainda no século XIX e encanta pela diversidade e qualidade dos produtos expostos. Lá, tem muita quinquilharia caríssima, vinis raríssimos e roupas antigas e exóticas. Do lado de fora do prédio central, a galera vende desde produtos chineses até roupas [bem] usadas. E, do lado de dentro, expõem muitas peças francesas antigas - roupas, móveis, bijuterias.


Eu, aqui à esquerda, de vermelho, comprei apenas dois vinis por ali - o LA Woman do Doors e uma coletânea do Dylan, mas provei muitos chapéus e casacos.
Hoje em dia, sem Paris, fico catando brechós e mercados de pulgas online, mas acho muito estranho que essa demanda seja tão pouco atendida. Os brechós geralmente anunciam apenas seus endereços em grandes centros, e suas lojas virtuais não passam de promessas. Veja bem, falo de brechó de peças antigas, não apenas velhas ou usadas. E quando falamos em peças de decoração, utensílios domésticos ou de beleza, a coisa piora. Então se tiverem dicas desse tipo de comércio, PLEASE, compartilhem!

16 de maio de 2013

Entra e Sai ...

Dizia Newton [?] que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço. Eu concordo! Quando uma roupa nova entra no guarda-roupa, outra tem que sair. Hoje entraram algumas e saíram várias - daquelas que não uso mais, ou que nunca deveria ter usado.


A relação que a gente estabelece com o vestuário é assim, como outras coisas da vida: uma hora servem e, logo ali, não servem mais. E não falo apenas em peso - quase sempre é mesmo só questão de opinião. Então, as peças descartadas estão esperando no "quartinho do bazar", até nosso próximo encontro de garagem. Quem sabe alguma delas sirva ao seu momento!

Em tempo, dia 06 de abril organizei o Bazar Casa da Carol, uma venda de garagem com várias expositoras. Foi um sábado muito divertido, que começou com compras, passou por conversas e trocas e terminou num churras. #ficaadica!